Você não encontra um adulto com nível zero de alfabetização

Ao falarmos sobre alfabetização, é importante ter em vista quais os métodos usados tradicionalmente nas escolas brasileiras para que possamos nos conscientizar a respeito de como se dá esse processo ao longo da história. No que diz respeito mais especificamente ao ensino da língua escrita, é possível afirmar que os métodos dão enfoque diferentes a partir dos aspectos que pretendem dar maior atenção. Os métodos sintéticos partem de unidades menores da língua (fonema, letra, sílaba) para unidades maiores (palavras, frases, textos). Já os métodos analíticos fazem um caminho mais ou menos inverso: privilegiam, primeiro, o sentido e a memorização do texto para somente depois explorar as unidades menores da língua.

No entanto, apesar das contribuições trazidas pelos métodos citados anteriormente, é bastante comum que na prática a ideia de que os alunos – mesmo não alfabetizados – formulam hipóteses sobre o modo como a escrita funciona seja descartada.

No trecho do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), disponibilizado pela Nova Escola, é possível conferir o que dizem as especialistas a respeito de como jovens e adultos não alfabetizados pensam o sistema de escrita e ver também como se dá o processo de alfabetização a partir da experiência de um aluno.

 

Na Coleção Viver, Aprender, nós procuramos fazer uma abordagem que contemple diversos gêneros textuais e que privilegie questões relativas à apropriação do sistema de escrita. Com isso, nosso principal objetivo é dar atenção para as diferentes necessidades do aluno de EJA e levar em conta sua trajetória de vida e seus conhecimentos acumulados.

 

 

 

 

 

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