Volume 2 – Por uma vida melhor

Temas relativos às principais formas de participação na sociedade e conhecimentos linguísticos e matemáticos estão no centro da coleção

Ensino Médio Integrado, volume 6, Por uma vida melhor
Assim como todos os volumes da Coleção, adota uma proposta contextualizada, na qual o estudante se depara com muitos problemas do cotidiano que serão tratados a partir da ótica das diferentes áreas de conhecimento. As Ciências vão destacar questões relacionadas à alimentação e nutrição, enquanto a Língua Portuguesa trabalhará com os gêneros textuais carta e texto de divulgação científica. As Ciências Humanas mergulharão na longa história da escravidão no Brasil, além de refletir sobre os muitos movimentos migratórios que aconteceram no Brasil. A matemática explorará os números do dia-a-dia, presentes nos extratos bancários, contracheques,operações de crédito e no comércio. Além disso, vai utilizar os conhecimentos geométricos como uma ferramenta para analisar problemas da vida cotidiana.

15 comentários para “Volume 2 – Por uma vida melhor”

  1. Raimunda,
    Quem distribui a coleção é a editora Global. Entre em contato pelo telefone (11) 3277-7999, ou obtenha mais informações no site: http://www.globaleditora.com.br .
    Abraço.

  2. Bethânia,
    Quem distribui a coleção é a editora Global. Entre em contato pelo telefone (11) 3277-7999, ou obtenha mais informações no site: http://www.globaleditora.com.br .
    Se você quiser apenas o capítulo que gerou polêmica, ele pode ser lido na íntegra em http://www.acaoeducativa.org.br/downloads/V6Cap1.pdf .
    Abraço.

  3. Alexandre,
    Quem distribui a coleção é a editora Global. Entre em contato pelo telefone (11) 3277-7999, ou obtenha mais informações no site: http://www.globaleditora.com.br .
    Abraço.

  4. Cleide,
    Quem distribui a coleção é a editora Global. Entre em contato pelo telefone (11) 3277-7999, ou obtenha mais informações no site: http://www.globaleditora.com.br .
    Abraço.

  5. Gláucia,
    Quem distribui a coleção é a editora Global. Entre em contato pelo telefone (11) 3277-7999, ou obtenha mais informações no site: http://www.globaleditora.com.br .
    Obrigado pelo apoio e pelo interesse.
    Abraço.

  6. Gabriel,
    O material didático que produzimos foi elaborado por gente qualificada, atenta a tudo o que tem sido produzido no meio acadêmico e científico e sensível à realidade do público de jovens e adultos para o qual foi produzida a coleção. Respeitamos muito a sua formação, mas aconselhamos a leitura integral do capítulo que gerou polêmica (link: http://www.acaoeducativa.org.br/downloads/V6Cap1.pdf) bem como do dossiê que reunimos com manifestações favoráveis ao livro (link: http://www.acaoeducativa.org/images/stories/pdfs/dossie%20-%20por%20uma%20vida%20melhor_07_06_2010.pdf).
    Boa leitura!

  7. Amigos,
    Sou de família humilde, minha mãe dizia que seu sonho era ter um filho com nível superior.
    Com muita dedicação e estudo, usando inúmeras vezes em material de segunda ou de enésima mão, mas de qualidade, consegui um bom nível de educação e cultura.
    Vamos mesmo acreditar que aceitar erros crassos e nivelar o ensino por baixo vai resolver a situação do país?
    Vocês educariam um filho de vocês com esse tipo de material?
    Desejo muito sucesso aos seus filhos e sobrinhos, se realmente acreditam no que foi escrito eles vão precisar de toda a sorte do mundo.

  8. Boa tarde!
    Como faço para adquirir a coleção ou o livro que gerou tanta polêmica?
    Sou linguista e professora de Língua Portuguesa, e acredito que o material enriqueça muito a abordagem sobre nossa língua, especialmente junto aos alunos.
    Grata pela atenção,
    Gláucia
    São Paulo

  9. Boa tarde,

    Fiz meu mestrado na PUC-SP, na linha de pesquisa “Historiografia Linguística” e gostaria de adquirir a coleção “Viver, Aprender”, que causou tanta polêmica desnecessária.
    Sou professora da Rede Pública Estadual e pretendo continuar com a pesquisa.
    Abraços
    No Aguardo
    Cileide

  10. Gostaria de, em primeiro lugar, me solidarizar com os autores de “Para Uma Vida Melhor”, que, no capítulo 1, fazem uma explicação muito bem feita sobre as diferentes variedades do português e, valendo-se dessa contextualização brilhante de que falamos de um modo e escrevemos de outro mais ou menos diferente, conforme nosso ambiente social e cultural, apresentam o ensino da norma culta do português do Brasil (lembrando de que ele difere por vezes substancialmente do português europeu).
    Quero perguntar se é possível que me seja enviado um exemplar do livro. Sou aluno de Letras da USP (email: alexfuncia@gmail.com) e, com base no livro todo, e não apenas no capítulo 1, teremos instrumentos para contra-argumentar a mídia, tão infelizmente propensa a distorcer atos e palavras com o fito de vender, vender, sem uma reflexão responsável e criteriosa, ainda que o que estejam vendendo, neste caso, seja mercadoria tão fundamental, i.e., o ensino de nossa língua. Criticar é fácil neste nosso país, onde, desde Rui Barbosa, grassa a impunidade aos detratores e a impotência aos que se vêem caluniados. Peço a licença de inserir as palavras do ilustre jurista (retiradas da página http://www.politicus.org.br/ruy_barbosa.htm):

    “Este enunciado é de autoria de RUY BARBOSA em 1914:

    “A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.

    A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais.

    A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

    De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.

    Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (na Monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto (o Imperador, graças principalmente a deter o Poder Moderador), guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade”

    Obs.:
    1 – Os parênteses no último parágrafo foram adicionados pelo historiador para dar maior compreensão do texto.
    2 – Rui Barbosa ocupava o cargo de Ministro da Fazenda no Ministério do Governo Provisório (1889-1891), presidido por Deodoro da Fonseca. Este Ministério compunha-se de republicanos históricos, como, por exemplo, além dele mesmo, de Silveira Lobo como Ministro do Interior, de Campos Sales como Ministro da Justiça, Quintino Bocaiúva ocupando o Ministério do Exterior, Demétrio Ribeiro, na Agricultura e Comércio, Wandenkolk, na Marinha e Benjamim Constant na Guerra (Exército).”

  11. Prezados,

    Gostaria de adquirir o módulo “Por uma vida melhor”, alvo de críticas pelas pessoas que, infelizmente, desconhecem o que seja preconceito linguístico, ou conhecem mas preferem perpetuar esse tipo de preconceito. A aquisição será, justamente, para fins de pesquisa abordando o preconceito linguístico veiculado pela sociedade, a começar, por algumas escolas e educadores.

    Aguardo retorno.
    Maria Bethânia Gomes Paes.

  12. Sou professora da área de Língua Portuguesa, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Aquidauana, com formação a nível de pós-graduação em Linguística. Atualmente, além de docente do curso de letras, também sou coordenadora do referido curso.
    Tendo em vista a polêmica em torno da obra Viver e Aprender, no que se refere às diferentes variedades linguísticas, gostria de receber exemplares do livro, tanto do 2o. segmento – ensino fundamental, quanto do ensino médio, de forma a que possamos fazer uma análise dos mesmos, assim como debatermos com os alunos as questões de uso das diferentes variedades da língua portuguesa, mostrando a eles os equívocos gerados quando não se leva em consideração que a língua possui variantes, inclusive a culta.

    Ficaremos muito agradecidos se puderem nos enviar os exemplares.

    O endereço é:
    Coordenação do Curso de Letras
    A/C da profa. Raimunda Madalena Araujo Maeda
    Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição, 163 – centro
    79200-000 – Aquidauana – MS

  13. Como faço para conseguir a Coleção ou pelo menos o livro que ficou famoso com a polêmica gerada pelos autodesignados defensores da norma culta, com ares de “curta”…

    Não gosto de opinar só por comentários de quem não leu e não gostou. Tenho sido chamado a opinar e desconfio que os que criticam o livro são do mesmo time dos paulistanos de Higienópolis que não gostam de ver “gente diferenciada” perto de seus velhos e decadentes prédios quatrocentões… Mas, sem ler a íntegra de uma obra que se apresenta para orientar aprendizagens contextualizadas, qualquer opinião que a leia sem o contexto será no mínimo incongruente.

  14. Acompanhei a polêmica e estou de acordo com a Heloisa. Sou professora de língua portuguesa em três turnos, no ensino médio e como todos sabem (menos os meios de comunicação escandalosos) os alunos do curso noturno possuem especificidades que não são respeitadas nos livros didáticos “para a elite”. Gostaria muito de mostrar o livro aos demais professores da escola onde leciono. Obrigada pela atenção, Maire.
    Colégio Estadual Gomes Freire de Andrade / Rua São Mauricio 87, Penha Circular/Rio de Janeiro – RJ/cep 21070-490

  15. Prezados autores e editores da coleção,

    Devo lhes lembrar que os grande gênios e as grandes ideias são muitas vezes incompreendidas quando analisados de maneira sincrônica. Apenas diacronicamente é possível mensurar aquilo que realmente é importante num nível maior, numa contribuição efetiva para o crescimento da humanidade.

    Meu objetivo com esse email é prestar minha solidariedade, minha anuência e meu enorme respeito aos conceitos difundidos pela coleção e me apresento absolutamente concordante à ideia do ensino amplo, crítico e da pluralidade linguistica e cultural, enfim da educação como forma de libertação do ser humano.

    Um grande abraço a todos,

    Luciana Fiuza
    Doutoranda em Linguística – UFMG
    Gerente Pedagógica – Rizvi International Schools

Comente